Talita Tullio ♥

Portrait

“Não faças do amanhã o sinônimo de nunca, nem o ontem te seja o mesmo que nunca mais. Teus passos ficaram. Olhes para trás… mas vá em frente, pois há muitos que precisam que chegues para poderem seguir-te”.
-Charlie Chaplin

 
 
May 19 2013
 
May 19 2013
mystic-revelations:

Lejos (by OndaOcho)

mystic-revelations:

Lejos (by OndaOcho)

(via oh-calif0rnia)

 
May 19 2013

(Source: b-c-d, via evolutional)

 
May 19 2013
corinthianismo:

Vai Corinthians 

corinthianismo:

Vai Corinthians 

(via minhamaiorpaixaosccp)

 
May 19 2013

(Source: te-empresto-minha-neblina, via cinderelas-sem-principes)

 

Perder alguém sempre doe, ainda mais quando alguém sai da sua vida por opção e não por necessidade.

May 19 2013

(Source: p-oeta, via p-oeta)

 
May 19 2013

(via objetive)

 

Você já se pegou olhando para o vazio, com os olhos cheios de lágrimas?

May 19 2013

(Source: umapoetaincapacitad-a, via cueca-do-avesso)

 
May 19 2013
"Contarei, então, meu segredo: morro de medo. Medo do futuro, do que me espera, do que será de mim e meus desejos. Todos os dias tenho um pequeno ataque cardíaco de medo. Medo de não ser como imagino, de taparem meu sol com um muro de concreto, de acordar e ver que o tempo já pegou um avião e fugiu de meu alcance num estalo de dedos. Minhas mãos tremem de medo de não ser suficiente. De tornar-me um copo meio vazio. De ser normal. Sou esfaqueada pelo medo de me perder. Me perder na rua, me perder de foco, me perder de mim após pegar a via errada. Vivo passando pelo fogo cruzado do medo, que tenta matar minha coragem e vontade de ser. Morro de medo de não ser. Não ser aceita, não ser amiga, não ser boa, não ser confiável, não ser verdadeira, não ser eu. Sou sufocada de medo. Estremeço de pensar que posso desistir de lutar e perder a batalha. Que o temor me afogue. Morro de medo de morrer. De dormir e não acordar. De deixar de sonhar. De virar minha própria prisioneira e cortar minhas asas com medo de voar. De me trancar e jogar fora a chave do meu coração. Me enforco de medo de perder a esperança. De perder o jogo, o ar, a motivação. Me atiro de medo de tornar-me outra, de não me tornar nada. De não ser a mesma com todos, de continuar sempre a mesma. De ir embora, de ficar para sempre. De viver, de morrer. De ser esquecida, de ser toda hora lembrada. De perder, de ganhar todas as vezes. De ter muito, de não ter. Tenho um AVC de medo, que todos os dias tenta paralisar minha fala e meus sentidos. A todo momento tenta paralisar meus pés e meus sonhos. Um derrame que vive tentando me deixar em coma, estando viva sem viver."
rio-doce   (via engaiolad4)

(Source: rio-doce, via engaiolad4)

 
May 19 2013
unidospelocorinthians:

“Orgulho que não se compara, não para, é religião!”

unidospelocorinthians:

“Orgulho que não se compara, não para, é religião!”

(Source: soccerdreams, via minhamaiorpaixaosccp)